Qual a importância do diagnóstico na Terapia Integrativa?

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Uma coisa muito comum nos dias atuais é identificar cinco ou seis sintomas de uma pessoa e classificá-la automaticamente, dentro dos transtornos chamados psiquiátricos, com destaque especial para a depressão, o que na maioria das vezes embota o humor do paciente com os remédios antidepressivos e anti ansiolíticos, levando-os a uma vida de “normose” (estado considerado normal pela sociedade, sem alteração de humor).

Esses pacientes aceitam esta condição passando a viver desta forma durante anos…Chamo a atenção para este assunto para que os terapeutas integrativos conheçam mais detalhadamente os chamados Distúrbios Psiquiátricos ou Psicológicos, pois

considero de suma importância que cada um possa tirar suas conclusões sobre o que acomete o seu paciente e, dentro de sua técnica, utilizar os procedimentos mais indicados, podendo, inclusive, discordar do diagnóstico clínico.

Muitos terapeutas justificam que não precisam saber o que tem o paciente, pois suas técnicas não são influenciadas pelo diagnóstico médico, e eu concordo, pois uma das técnicas com a qual trabalho é a EMF Balancing Technique ®, que por sua vez não necessita nomear nenhuma doença, apenas trata o que deve ser tratado através da Calibração da Malha Universal do Campo Eletromagnético.

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No geral, independente da técnica que um terapeuta trabalhe, é importante temos consciência que muitas vezes uma única técnica não resolve a questão do paciente, e se partimos do entendimento do Ser Integral, temos o dever de identificar outros possíveis tratamentos para auxílio de cada caso. Logo, é de suma importância ter uma noção básica do que a área médica entende por Distúrbios Psiquiátricos e Psicológicos.

Alguns terapeutas não se interessam ou não se aprofundam no conhecimento dos distúrbios psiquiátricos ou psicológicos e diriam apenas que ‘basta utilizar a radiestesia para identificar o que a pessoa tem’. Concordo com essa afirmação, pois falamos de uma sabedoria milenar capaz de realizar grandes feitos, mas eu diria que não é o suficiente.

O terapeuta que tem mais informação a respeito dos processos psicológicos poderá até identificar o sintoma com a radiestesia, mas saberá como indicar o melhor tratamento, com mais eficácia porque tem mais condições de entender o funcionamento da mente do seu paciente.

A questão aqui é se você não realizar um bom diagnóstico raramente você terá sucesso em seu tratamento, pois é isso que o levará a indicar o melhor e mais eficaz tratamento ao seu paciente. Não espere as informações caírem sobre sua cabeça, nem mesmo acredite que já sabe o suficiente, pois isso fará de você um terapeuta incompleto. Busque o conhecimento, facilite a sua missão neste planeta munindo-se de informação e humildade.